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Terceirizados do Hemoba protestam contra salários atrasados em Salvador

Trabalhadores afirmam que pagamento deveria ter sido feito até o quinto dia útil e denunciam atrasos recorrentes

Por Rosana Bomfim.

Trabalhadores terceirizados da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado da Bahia (Hemoba) realizaram uma paralisação na manhã desta quinta-feira (13), na frente da instituição, no bairro de Brotas, em Salvador. O movimento aconteceu em protesto contra o atraso no pagamento dos salários.

Os funcionários são contratados pela empresa Creta Comércio e Serviços, responsável pela prestação de serviços terceirizados na unidade.

O Aratu On entrou em contato com a empresa Creta e, até o momento da publicação desta matéria, não obteve resposta. 

Trabalhadores do Hemoba realizam manifestação nesta quinta-feira. Foto: Reprodução Redes Sociais

Trabalhadores do Hemoba realizam manifestação

Segundo os trabalhadores, os salários deveriam ter sido pagos até o quinto dia útil deste mês, mas, até o momento, o pagamento não foi efetuado. Eles afirmam ainda que atrasos salariais seriam recorrentes.

Durante a manifestação, o presidente do Sindicato dos Terceirizados, dos Trabalhadores da Limpeza Urbana e do Asseio e Conservação do Município de Salvador (Siemaco), Maurício Roxo, afirmou que a categoria permanecerá mobilizada até que a situação seja regularizada.

“Estamos aqui em mais um dia de paralisação com os trabalhadores da empresa Creta. Esses trabalhadores, até o presente momento, estão sem receber os seus salários. Portanto, estamos mobilizados e só voltaremos à normalidade quando o pagamento for regularizado”, declarou.

O sindicalista também fez um apelo ao Governo do Estado e à Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) para que intervenham na situação. Segundo ele, os atrasos têm provocado dificuldades financeiras aos trabalhadores.

“Todo mês a empresa Creta atrasa o salário desses trabalhadores. Eles estão passando por uma dificuldade e vivendo um verdadeiro drama”, afirmou Maurício Roxo.

Os trabalhadores cobram uma solução para o atraso e aguardam a regularização dos pagamentos. A reportagem busca contato com a empresa Creta e com os órgãos responsáveis para obter um posicionamento sobre a situação.

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