De volta com polêmica, Brown se posiciona a favor de Cláudia Leitte

'Tem que falar de Deus': De volta com polêmica, Brown se posiciona a favor de Cláudia Leitte

Por João Tramm.

O carnaval deste ano reascendeu um assunto de 2024 sobre intolerância religiosa. De volta com polêmica, Brown se posiciona a favor de Cláudia Leitte. Ao comentar as críticas direcionadas à cantora, Brown pediu que ela não se deixasse abalar.

Cláudia desfilou neste domingo (15) à frente do bloco “Largadinho”, e Brown participou como convidado especial no trio. O artista deixou o camarote que estava e foi no meio da multidão até o encontro com Claudia Leitte.

De volta com polêmica, Brown se posiciona a favor de Cláudia Leitte

Ainda neste Carnaval, o cantor e compositor Carlinhos Brown falou sobre a presença de outros estilos musicais no Carnaval de Salvador e aproveitou para “abençoar” os festejos.

De volta com polêmica, Brown se posiciona a favor de Cláudia Leitte

O cantor subiu ao trio logo após Claudia fazer uma declaração pública de carinho e admiração. "Eu te amo tanto! Ele é maior gênio da minha terra, de Salvador, ele tem uma mente espetacular. Carlinhos Brown, eu te amo tanto que você nem imagina, eu sou sua fã", disse ela.

"Claudia Leitte é um fenômeno da música mundial. [...] Não ligue para aqueles que ficam dizendo que você não pode falar de Deus no carnaval. Todos os lugares tem que falar de Deus, de Jesus", afirmou Brown ao público.

Ainda no trio, Brown reforçou sua defesa: "Tá amarrado a possibilidade de que você não sabe que o mundo veio não para se confrontar, mas para se unir. Una as pessoas! Respeite os gêneros, respeite o amor, respeite o sexo, respeite a mulher! É isso que é a mensagem do amor de Jesus e é isso que as pessoas não estão entendendo!"

Depois da troca de elogios, os dois dividiram o microfone em uma música, e Brown deixou o trio em seguida.

Relembre o caso:

A artista foi alvo de representação no Ministério Público da Bahia, sob acusação de intolerância e discriminação religiosa. A controvérsia tem como base a alteração de um verso da música “Caranguejo”, quando a cantora substituiu a expressão “saudando a rainha Iemanjá” por “eu canto meu rei Yeshua”. A situação aconteceu no Candyall Guetho Square.

Em dezembro de 2025, o Ministério Público da Bahia ajuizou ação civil pública pedindo a condenação da cantora ao pagamento de R$ 2 milhões por danos morais coletivos, sob a alegação de discriminação religiosa.

 

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