Salvador lidera geração de empregos no Nordeste com mais de 5,6 mil vagas

Capital baiana mantém destaque nacional e impulsiona mercado formal com crescimento nos setores de serviços e construção civil

Por Laraelen Oliveira.

A cidade de Salvador consolidou sua posição como principal geradora de empregos formais no Nordeste. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (29), o município registrou a criação de 5.616 novas vagas com carteira assinada apenas no mês de março de 2026.

Em nível nacional, o saldo de empregos formais é acompanhado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, que monitora admissões e demissões em todo o país mensalmente/Foto: Freepik

Com esse resultado, a capital baiana alcança um marco histórico de 707.188 postos de trabalho ativos. No ranking nacional, Salvador ocupa a quinta posição, ficando atrás apenas de São Paulo, Curitiba, Brasília e Rio de Janeiro.

Setor de serviços puxa expansão do emprego na capital baiana

O levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego indica uma trajetória de crescimento contínuo no mercado de trabalho soteropolitano. Somente no primeiro trimestre deste ano, foram gerados 10.211 novos empregos formais. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o saldo positivo chega a 26.571 admissões.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o Brasil tem registrado recuperação gradual do mercado formal, com destaque para capitais do Nordeste/Foto: Divulgação/Seteq

O desempenho foi puxado principalmente pelo setor de serviços, responsável por 9.031 novas vagas. Dentro desse segmento, a área administrativa liderou as contratações, com 5.681 postos, seguida pelos setores de saúde, com 1.848 vagas, e educação, com 1.276 oportunidades. A construção civil também apresentou resultados expressivos, com a criação de 2.831 empregos no período.

Debate sobre o fim da escala 6×1 avança na Câmara

O Congresso Nacional deu mais um passo na discussão sobre o fim da escala 6×1. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o avanço de duas propostas que tratam da redução da jornada de trabalho. A medida, no entanto, não altera a legislação neste momento. A decisão apenas autoriza que os projetos sigam para análise em uma comissão especial, que ainda será formada, onde serão debatidos de forma mais aprofundada.

As propostas apresentam caminhos diferentes. Uma prevê a redução gradual da jornada semanal de 44 para 36 horas ao longo de dez anos/Foto: Saulo Cruz/Agência Senado 

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