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Baianos sobem ao pódio na 100ª edição da São Silvestre

Atletas baianos Fábio Jesus e Núbia Oliveira ficaram em 3º lugar na 100º São Silvestre

Vêm da Bahia os brasileiros que subiram ao pódio da 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, nesta quarta-feira (31). Fábio Jesus Correia, de Monte Santo, foi o terceiro colocado na prova masculina, enquanto Núbia de Oliveira, natural de Jaguarari, repetiu o feito de 2024 ao garantir o terceiro lugar na disputa feminina.

Baianos Núbia de Oliveira e Fábio Jesus garantiram o terceiro lugar na 100ª edição da São Silvestre

Na prova masculina, a vitória ficou com Muse Gizachew, da Etiópia, seguido do queniano Jonathan Kipkoech e do brasileiro Fábio Jesus, conhecido como “guerreiro do sertão”. Em 2022, ele já havia se destacado ao conquistar o quarto lugar, registrando, à época, o melhor tempo de um atleta brasileiro na competição.

Entre as mulheres, a vencedora foi Sisilia Ginoka Panga, da Tanzânia, seguida pela queniana Cynthia Chemweno. A brasileira Núbia de Oliveira ficou com a terceira colocação, repetindo o desempenho alcançado na edição de 2024, quando também terminou a prova no terceiro lugar.

 

 

Nesta edição centenária, a São Silvestre reuniu mais de 55 mil corredores, que percorreram os 15 quilômetros pelas ruas da cidade de São Paulo. Tradicionalmente realizada no último dia do ano, a prova teve largada e chegada na avenida Paulista e contou com esquema especial de transporte, atendimento médico e pontos de hidratação ao longo do percurso.

100 anos de São Silvestre

Criada em 1925, a Corrida Internacional de São Silvestre manteve, em sua edição centenária, o trajeto clássico que passa por vias centrais e históricas da capital paulista. A largada ocorreu na avenida Paulista, entre as ruas Frei Caneca e Augusta, e a chegada foi em frente ao edifício Cásper Líbero. O percurso incluiu trechos tradicionais, como a avenida Pacaembu e a subida da Brigadeiro Luís Antônio, considerada uma das partes mais exigentes da prova.

São Silvestre teve recorde de público em 2025 | Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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A programação começou às 7h25, com a largada dos atletas cadeirantes. Em seguida, partiram os pelotões de elite feminino e masculino. O pelotão geral largou a partir das 8h10, organizado em ondas conforme o ritmo informado na inscrição. O tempo máximo para completar o percurso foi de 2h30.

A edição comemorativa contou com atletas profissionais e amadores. Do total de inscritos, 47% eram mulheres e 53% homens, com cerca de 4,6 mil corredores estrangeiros, representando 39 países, além de participantes de 1.942 cidades brasileiras. A prova também teve categorias específicas para atletas com deficiência, com regras próprias de largada e acompanhamento.

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