Jerônimo define destino dos prédios do Odorico Tavares e do antigo Detran
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou, nesta quinta-feira (30), que dois imóveis pertencentes ao Estado já têm destinação definida
Por Bruna Castelo Branco.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou, nesta quinta-feira (30), que dois imóveis pertencentes ao Estado já têm destinação definida.
Segundo ele, o antigo Colégio Estadual Odorico Tavares, no Corredor da Vitória, será utilizado provisoriamente pela Polícia Militar da Bahia (PM-BA), enquanto a área onde funcionava o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA), na Avenida Antônio Carlos Magalhães (ACM), abrigará a futura sede da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa).

Em entrevista à rádio Antena 1, o governador informou que a negociação envolvendo o terreno do antigo Detran já foi concluída.
"Já foi feita a negociação. A Embasa precisa de um local para construir sua sede para realizar a prestação de serviços. O Gildeone [Almeida, presidente da Embasa] está correndo com isso", afirmou.
Sobre o prédio do antigo Colégio Odorico Tavares, Jerônimo disse que o imóvel será ocupado temporariamente pela Polícia Militar.

Jerônimo Rodrigues fala sobre a antiga rodoviária
Durante a entrevista, o governador também comentou sobre o futuro da antiga Rodoviária de Salvador. Segundo ele, o objetivo é dar uma nova destinação ao espaço sem provocar impactos na mobilidade urbana da região.
"Ali tem uma zona que tem limites de construção. Não nos interessa fazer alguma coisa ali que venha a impactar o trânsito. Eu tenho a tranquilidade de fazer uma movimentação que não atrapalhe a cidade do Salvador", declarou.
Ainda não há detalhes sobre qual empreendimento será implantado na área da antiga rodoviária.

Histórico do imóvel do Colégio Odorico Tavares
O espaço do Colégio Odorico Tavares, está fechado desde janeiro de 2020.
Ao Aratu On, Domingos Ricao, corretor de imóveis especializado em bairros de alto padrão, o terreno do antigo Odorico Tavares, se for a leilão, deve ser arrematado por R$ 8 mil a R$ 10 mil o metro quadrado, ou seja: com a venda, o Estado pode arrecadar entre R$ 40 milhões e R$ 50 milhões.

“Trata-se de uma área muito nobre e procurada. O Estado tem um diamante nas mãos, um terreno de 5 mil metros quadrados no bairro mais valorizado da cidade. O tamanho do terreno favorece muito a incorporação imobiliária de alto luxo”, afirmou, em 2023.
Em 2023, o Aratu On visitou a estrutura abandonada e observou o processo de deterioração da estrutura.

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