Redução da jornada é destaque em atos do Dia do Trabalhador em Salvador e todo país

Entre as principais pautas estão a valorização do salário mínimo, a redução da jornada de trabalho sem corte de salários, a defesa dos direitos trabalhistas e melhores condições de emprego

Por Dinaldo dos Santos.

Centrais sindicais se reúnem nesta quinta-feira (1º) em diversas cidades do país para atos em celebrações ao Dia do Trabalhador. As mobilizações reúnem lideranças de entidades como a CUT, Força Sindical, UGT e CTB.

Entre as principais pautas estão a valorização do salário mínimo, a redução da jornada de trabalho sem corte de renovação, a defesa dos direitos trabalhistas e melhores condições de emprego. Os atos também incluem críticas à alta informalidade e à precarização das relações de trabalho.

Em São Paulo, ocorreram eventos espalhados pela capital e região metropolitana, incluindo o ato organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de SP e Mogi das Cruzes. No Rio de Janeiro há atoe em Copacabana.

Manifestação dos Centrais Sindicais em Salvador. Foto: Leitor | Aratu ligado

Manifestações em Salvador

Em Salvador, as centrais sindicais da Bahia realizam, no Jardim de Alah, Salvador, um grande ato unificado. A programação reúne atividades esportivas, culturais e mobilizações políticas em defesa dos direitos da classe trabalhadora.

As atividades começaram às 7h, com a corrida de rua, em seguida, das 8h às 11h30, acontecem aulão de dança, apresentações culturais e falas políticas das entidades sindicais e movimentos sociais. Encerrando a programação, o grupo Olodum se apresenta das 12h às 13h30.

Neste ano, o ato traz como principais bandeiras a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1, o combate ao feminicídio, a regulamentação do trabalho por aplicativos, o fortalecimento das negociações coletivas, o enfrentamento à pejotização e às fraudes trabalhistas, além da garantia do direito à negociação para os servidores públicos.

Foto: Leitor | Aratu On

O presidente em exercício da CUT Bahia, Luciomar Machado, destacou a importância da mobilização diante dos desafios enfrentados pela classe trabalhadora.

"Mais do que uma celebração, o 1º de Maio é um momento de reafirmar a luta histórica da classe trabalhadora por direitos, dignidade e melhores condições de vida. Estaremos nas ruas defendendo a redução da jornada, o fim da escala 6x1 e o combate às formas de precarização do trabalho. A unidade das centrais sindicais é fundamental para fortalecer essa luta", afirmou.

Na capital baiana, o ato é organizado de forma conjunta pelas centrais sindicais CUT, CTB, Força Sindical, UGT, CSB e NCST.

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