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Mulheres com câncer vão receber atendimento psicológico em Salvador

Mulheres que estão passando por tratamento contra a doença poderão receber atendimento psicológico em hospitais municipais de Salvador

Por Laraelen Oliveira.

Mulheres que estão passando por tratamento contra o câncer poderão realizar atendimento psicológico especializado na rede municipal de saúde de Salvador. A medida foi publicada no Diário Oficial do Município, nesta segunda-feira (13), e está prevista na Lei n° 10.015/2026. 

Hospitais municipais terão que criar salas de atendimento psicológico para atender mulheres com câncer

Com a nova legislação, os hospitais criaram as Salas de Atendimento Psicológico Oncológico em hospitais e unidades de saúde da capital. Os espaços servirão para acompanhamento psicológico das pacientes oncológicas, além de fornecer um ambiente privativo, humanizado e acolhedor. 

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Atendimento psicológico durante o tratamento do câncer pode ajudar a reduzir sintomas de ansiedade, depressão e estresse, contribuindo para uma melhor qualidade de vida das pacientes/Foto: Reprodução 

O principal objetivo da iniciativa é garantir atendimento psicológico especializado, contínuo e gratuito para as mulheres que estão passando por tratamento contra o câncer, cuidando da saúde mental, emocional e social. 

Os atendimentos serão realizados por psicólogos e, quando necessário, por outros profissionais de saúde habilitados, seguindo uma abordagem interdisciplinar para o cuidado integral das pacientes.

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Para fornecer apoio emocional a pessoas que estão passando por um tratamento contra o câncer, o Aratu On reuniu dez maneiras de oferecer apoio emocional para quem enfrenta a doença. 

Bahia deve registrar quase 15 mil novos casos de câncer em mulheres em 2026 

A Bahia deve registrar cerca de 14.880 novos casos de câncer em mulheres em 2026, desconsiderando os tumores de pele não melanoma, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Entre os tipos mais frequentes, o câncer de mama lidera a lista, com previsão de 4.480 novos diagnósticos, seguido pelos cânceres do colo do útero, colorretal, da tireoide, do corpo do útero e de ovário.

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O atendimento psicológico também fortalece a adesão ao tratamento, auxiliando as mulheres a enfrentarem os desafios emocionais que surgem desde o diagnóstico até a recuperação/Foto: Reprodução 

Os dados reforçam a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acesso ao tratamento. Exames de rastreamento, consultas periódicas e a adoção de hábitos saudáveis são medidas essenciais para aumentar as chances de detecção da doença em estágios iniciais e melhorar os resultados do tratamento.

Nova lei amplia tratamento de câncer e Anvisa aprova novo medicamento oral para câncer de mama metastático 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do Inluriyo (imlunestranto), primeiro medicamento oral autorizado no Brasil para o tratamento de pacientes com câncer de mama localmente avançado irressecável ou metastático do tipo receptor de estrogênio positivo (ER+), HER2 negativo (HER2-) e com mutação no gene ESR1.

Desenvolvido pela farmacêutica Lilly, o medicamento é indicado para pacientes que já passaram por tratamento endócrino e desenvolveram resistência à hormonioterapia, um dos principais desafios no controle da doença em estágio avançado.

O acesso ao atendimento psicológico é considerado parte importante do cuidado integral em oncologia, complementando o tratamento médico e promovendo bem-estar emocional/Foto: Reprodução 

Além do avanço na aprovação do novo tratamento, o governo federal sancionou a Lei nº 15.385, que institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer e cria o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer.

A nova legislação tem como objetivo modernizar a assistência oncológica no Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando o acesso da população a tecnologias inovadoras, como terapias avançadas, vacinas e exames mais precisos para diagnóstico e acompanhamento da doença.

A lei foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e busca fortalecer a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento do câncer em todo o país.

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