Saiba porque a Anvisa suspendeu a venda de perfumes árabes famosos no Brasil
Entenda porque a Anvisa suspendeu a venda da linha Lattafa Asad, perfumes árabes famosos no Brasil, no fim de julho
Por Lucas Pereira.
Uma decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária suspendeu a venda de um perfume árabe famoso no Brasil após decisão publicada no Diário Oficial da União (DOU), no final do mês de julho. Entenda os motivos da Anvisa:
Porque a Anvisa suspendeu a venda de perfume árabe famoso
De acordo com a Resolução Nº 2.897, de 23 de julho de 2026, o produto Eau de Parfum Lattafa Asad 100mlm de fabricação desconhecida, tem venda, distribuição, comercialização e uso proíbidos pela Anvisa.
“Considerando a comercialização/exposição à venda/fabricação do produto sem regularização sanitária por empresa sem autorização de funcionamento para a fabricação”, diz a decisão da Agência.
O perfume ganhou repercussão nas redes sociais após influenciadores elogiarem o produto. Demais produtos arábes da Asad como os perfumes “Asad Bourbon” e “Lattafa The Kingdom Men” seguem liberados para comercialização em território brasileiro.
Nota da importadora dos perfumes árabes
Conforme apuração do Aratu On, a Rebaj, importadora oficial dos produtos no Brasil, se manifestou por nota publicada nas redes sociais. No texto, a empresa afirma que as restrições da Anvisa atingem apenas os produtos de fabricantes desconhecidos, “sem identificar sua origem, lote, importador ou canal de comercialização”.
Além disso, “os produtos originais introduzidos no mercado nacional por sua cadeia oficial cumprem rigorosamente a legislação brasileira e os procedimentos regulatórios aplicáveis”.
Por fim, a Rebaj pede que os consumidores fiquem atentos ao comprar algum perfume, especialmente à “autenticidade e a procedência”, realizando as compras em lojas e canais autorizados, bem como conferindo “ as informações do importador constantes da embalagem”

Anvisa aprova cinco novas canetas emagrecedoras
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, no final de julho, o registro de cinco novos medicamentos injetáveis à base de semaglutida, princípio ativo utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e popularmente associado às chamadas "canetas emagrecedoras".
Os produtos foram autorizados para uso em pacientes adultos com a doença que não conseguem controlar adequadamente os níveis de glicose.
Os novos medicamentos têm como referência o Ozempic e foram registrados por comparação com o produto biológico já disponível no mercado.
Os registros concedidos pela Anvisa contemplam as seguintes canetas emagrecedoras:
Owozy, da Ávita Care Importação e Distribuição de Produtos Ltda.;
Seemasun, da Sun Farmacêutica do Brasil Ltda.;
Zempneo, da Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.;
Semavy, da Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.;
Orsema, da Ranbaxy Farmacêutica Ltda.
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