Homem sequestrado Salvador pode ter sido confundido com "olheiro" do tráfico, diz família
Após uma semana sem reposta, família de homem sequestrado suspeita que ele pode ter sido confundido com "olheiro" do tráfico
Por Da redação.
Nesta sexta-feira (3), completa uma semana do desaparecimento de Pablo, de 23 anos, após um suposto sequestro ocorrido no bairro de Cajazeiras VI, em Salvador. Familiares fazem um apelo para que qualquer pessoa que tenha informações sobre o paradeiro do jovem entre em contato com as autoridades. Segundo a família, Pablo pode ter sido confundido por traficantes com um "olheiro" de uma facção criminosa.

Pablo pode ter sido confundido com "olheiro" do tráfico, diz família
Segundo relatos da família, Pablo teria sido sequestrado por traficantes de drogas. Informações preliminares apontam que os criminosos o teriam acusado de atuar como "olheiro" de uma facção, mas essa informação ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades.
Pablo mora na localidade da Boca da Mata, no bairro de Cajazeiras, em Salvador. De acordo com os familiares, ele frequentava um terreiro de candomblé localizado em Águas Claras nos dias que antecederam o desaparecimento.
Ainda conforme a família, Pablo teria discutido com a esposa no dia 24 de junho. No dia seguinte, saiu de casa e foi dormir no terreiro. Na madrugada do dia 27 de junho, após conversar por telefone com a esposa e se reconciliar com ela, a mulher teria solicitado um carro por aplicativo para que ele retornasse para casa.

Enquanto aguardava a chegada do veículo, Pablo estava na rua fumando um cigarro e falando ao telefone com a esposa. Nesse momento, ele teria sido abordado por um grupo de homens. Desde então, não houve mais contato, e seu paradeiro permanece desconhecido.
O caso é investigado pela polícia. Familiares pedem que qualquer informação que possa ajudar a localizar Pablo seja comunicada imediatamente às autoridades por meio dos canais oficiais de denúncia.
Em entrevista exclusiva ao Alô Juca, a mãe de Pablo informou que o filho não tem nenhum tipo de envolvimento com o tráfico de drogas e também não tem passagem pela polícia.
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