Mais de 70 suspeitos de alta periculosidade são presos durante operação na Bahia
Operação Artemis mobilizou forças estaduais e federais e resultou em prisões em diversas cidades baianas, outros estados e até no exterior
Por Ananda Costa.
A Operação Artemis prendeu mais de 70 suspeitos considerados de alta periculosidade entre os meses de fevereiro e abril de 2026. A ação foi coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA), com apoio de forças de segurança estaduais e federais.

O objetivo da Operação Artemis foi localizar e capturar foragidos da Justiça envolvidos em crimes violentos, especialmente aqueles ligados a facções criminosas com atuação no estado. As ações foram baseadas em trabalho integrado de inteligência, análise de dados e diligências operacionais.
Na Bahia, as prisões ocorreram em municípios como Salvador, Feira de Santana, Jequié, Camaçari, Vitória da Conquista, Guanambi, Itapetinga, Ipiaú, Cruz das Almas, Santo Amaro, Canavieiras, Sento Sé e Alagoinhas. Também houve capturas em outros estados, incluindo São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Ceará e Tocantins.
Segundo as forças de segurança, parte dos investigados havia deixado o território baiano para tentar escapar da atuação policial, mas continuava a comandar crimes à distância, como tráfico de drogas e armas. Por isso, a operação incluiu ações fora do estado para localizar esses suspeitos.
A Operação Artemis também teve desdobramentos internacionais, com prisões de foragidos localizados fora do Brasil, principalmente na Bolívia. A cooperação entre forças policiais foi apontada como fundamental para o êxito das ações.
Os mandados de prisão cumpridos estão relacionados a crimes como homicídio, latrocínio, roubo qualificado, tráfico de drogas e organização criminosa. De acordo com os órgãos envolvidos, as decisões judiciais foram baseadas em investigações com elementos probatórios considerados suficientes.

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