Messi, do Baralho do Crime, é apontado como fornecedor de armas a grupo morto em Cajazeiras
Criminoso, que ocupa a carta 2 de Copas do Baralho do Crime, Messi é apontado pela polícia como responsável por fornecer armamento aos suspeitos mortos em confronto em Cajazeiras
Por Dinaldo dos Santos.
O Messi do Baralho do Crime, identificado como Pablo Carvalho dos Santos, é apontado pela SSP-BA como o responsável por fornecer armas aos integrantes de um grupo criminoso interceptado pelo Batalhão de Patrulhamento Tático Móvel (BPATAMO), na tarde de terça-feira (15), em Cajazeiras 11, em Salvador. O confronto terminou com nove suspeitos mortos e um homem preso.
Segundo a SSP-BA, Pablo é o atual 2 de Copas do Baralho do Crime e integra a lista de criminosos mais procurados do estado. Conforme a pasta, ele teria fornecido parte do armamento utilizado pelos suspeitos encontrados durante a ação policial.

Messi do Baralho do Crime é procurado pela polícia
Entre os materiais apreendidos na operação estão quatro fuzis de calibres 5,56 e 7,62, uma carabina 9 mm, uma espingarda calibre 12 automática, pistolas, carregadores, placa de colete balístico, munições, drogas e celulares.
A operação ocorreu após equipes do BPATAMO intensificarem o policiamento na região. De acordo com a Polícia Militar, os agentes encontraram homens armados, que teriam efetuado disparos e fugido para uma área de mata.
Nove suspeitos foram localizados feridos e levados para o Hospital Eládio Lasserre, mas não resistiram. Um décimo homem foi preso e encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), junto com o material apreendido.
Grupo era investigado por ataques em Cajazeiras
Conforme informações divulgadas pela polícia e obtidas pelo Aratu On, os nove homens mortos eram investigados por suspeita de participação em ataques recentes na região e eram apontados como integrantes da facção Bonde do Maluco (BDM).

Entre os mortos estava William Couto Neves, apontado como um dos principais alvos da operação. Segundo informações obtidas anteriormente pelo Aratu On, ele seria responsável pelo transporte de armas, drogas e munições para a organização criminosa, além de prestar apoio logístico a outros integrantes do grupo.
A reportagem também identificou registros relacionados a William em processos judiciais e uma passagem pela Cadeia Pública de Salvador em uma ocorrência relacionada ao tráfico de drogas.
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