Operação investiga venda clandestina de canetas emagrecedoras e anabolizantes em Camaçari
Operação investiga a comercialização de produtos sem autorização, incluindo tirzepatida, canetas emagrecedoras e substâncias injetáveis em Camaçari
Por Ananda Costa.
A Polícia Civil da Bahia realiza, nesta sexta-feira (6), a Operação Dose Clandestina, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A ação tem como objetivo fiscalizar e combater a venda irregular de medicamentos, anabolizantes e substâncias injetáveis utilizadas em procedimentos estéticos e na busca por melhora do desempenho esportivo.

A investigação apura possíveis crimes contra a saúde pública e as relações de consumo, relacionados à comercialização de produtos sem autorização dos órgãos sanitários.
As apurações começaram após uma fiscalização identificar um grande estoque de anabolizantes, tirzepatida, conhecida comercialmente como caneta emagrecedora, e outros produtos sujeitos ao controle sanitário em um estabelecimento sem autorização para comercializar essas substâncias.
Apesar da interdição do local, os investigadores identificaram indícios de que a comercialização dos produtos teria continuado por meio de outra empresa.
A operação é conduzida pela Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), e conta com o apoio técnico da Vigilância Sanitária de Camaçari.
Outras operações na Bahia
Uma operação integrada entre a Polícia Civil e o Ministério Público da Bahia (MPBA) foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (6) para combater uma organização criminosa com atuação em Salvador e outros três municípios do interior do estado. A ação tem como objetivo cumprir mandados judiciais contra suspeitos de integrar o grupo e de envolvimento com o tráfico de drogas.
Batizada de Operação Angerona, a ofensiva chega à terceira fase e é coordenada pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Feira de Santana, em conjunto com a Agência de Inteligência. As unidades são vinculadas ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic).
De acordo com as investigações, a organização criminosa atuava na comercialização e distribuição de entorpecentes, além de movimentar recursos de origem ilícita e adquirir armamentos. O grupo também é investigado por envolvimento em disputas territoriais.
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