Lula oficializa baiano Wellington César Lima como novo ministro da Justiça
Advogado-geral da Petrobras assume a pasta após a saída de Ricardo Lewandowski e terá a nomeação publicada em edição extra do Diário Oficial
Por Da redação.
Fonte: SBT News
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou, nesta terça-feira (13), o advogado-geral da Petrobras, Wellington César Lima e Silva, como novo ministro da Justiça e Segurança Pública. O baiano substituirá Ricardo Lewandowski.

O convite foi feito durante um encontro no Palácio do Planalto, no período da tarde, com a presença do ministro interino da Justiça, Manoel Carlos de Almeida Neto. Segundo o governo, a nomeação de Wellington será publicada ainda hoje em edição extra do Diário Oficial da União.
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Wellington já tem passagem pela pasta. Em 2016, ocupou o cargo de forma provisória durante o governo da então presidente Dilma Rousseff (PT). Com a confirmação, ele se torna o terceiro ministro da Justiça no atual mandato de Lula.
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A escolha dele para o comando do Ministério da Justiça, afasta, ao menos por ora, a possibilidade de o governo federal desmembrar a pasta para criar um ministério específico para a segurança pública.
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Segundo apurou o SBT News, pessoas próximas ao presidente afirmam que Wellington é considerado um nome de confiança de Lula, frequentemente lembrado para assumir funções estratégicas em momentos de transição.
Elas também avaliam que, diferentemente de Ricardo Lewandowski, o novo ministro tem um perfil mais combativo à frente da pasta.

Sobre o novo ministro
O novo ministro nasceu em Salvador, Bahia, e tem 60 anos. Ele construiu uma longa carreira no Ministério Público da Bahia, onde ingressou em 1991 e chegou a ocupar o cargo de procurador-geral por dois mandatos. Na época de sua primeira escolha para o cargo estadual, ele foi o menos votado em uma lista com três nomes, mas seus aliados o descrevem como alguém “afeito ao diálogo”.
O baiano já teve uma rápida experiência anterior no comando da Justiça em 2016, durante o governo de Dilma Rousseff, mas permaneceu na função por apenas 11 dias. Sua saída foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou proibida a participação de integrantes do Ministério Público em cargos do Executivo.
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