Homem é encontrado amarrado e com órgão genital decepado pela própria esposa
Companheira teria cometido a agressão por suspeitar que ele praticou atos sexuais contra os filhos do casal
Um homem de 33 anos foi encontrado amarrado e com o órgão genital decepado, em Campina Grande, no Agreste da Paraíba. O caso ocorreu no domingo (6), e segundo a vítima, a própria companheira teria cometido a agressão após suspeitar que ele havia praticado atos sexuais contra os filhos do casal.

Segundo informações da Polícia Militar, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) encontrou o homem em frente à própria residência e acionou o 190. Quando os policiais chegaram, a vítima estava sendo colocada em uma ambulância para ser encaminhada ao Hospital de Trauma de Campina Grande.
Ainda conforme a PM, o homem estava com as mãos e os pés amarrados e apresentava o órgão genital decepado. A parte do corpo não foi localizada no imóvel.
Homem foi encontrado amarrado
Segundo o homem, a mulher fazia um curso de bombeiro civil e teria pedido que ele participasse de testes de amarrações e nós usados na atividade. Depois, ela teria utilizado as técnicas para prendê-lo.
Ainda de acordo com o relato apresentado à polícia, a mulher teria agido por suspeitar que o companheiro havia cometido atos sexuais contra os filhos do casal. A Polícia Militar informou que a denúncia não foi confirmada.
O homem deu entrada no Hospital de Trauma de Campina Grande por volta das 22h50. De acordo com a unidade de saúde, ele está consciente, orientado e permanece internado na enfermaria.
A mulher não foi localizada pela Polícia Militar. Os filhos do casal também não foram encontrados na residência e, até a última atualização, não haviam sido submetidos a exame de corpo de delito.
O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil, que deve apurar as circunstâncias da agressão e também a denúncia envolvendo os filhos do casal.
Outros casos
Mãe que cortou pênis e matou abusador da filha de 11 anos é inocentada

A Justiça de Minas Gerais absolveu uma mulher acusada de matar o companheiro depois de flagrá-lo assediando sua filha. Ela foi inocentada e a juíza Maria Beatriz Fonseca Biasutti julgou a denúncia improcedente.
O crime aconteceu na madrugada de 11 de março de 2025, na capital mineira. O homem, de 47 anos, mantinha um relacionamento amoroso com a ré, Ela teria colocado um medicamento na bebida dele após vê-lo assediando sua filha, de 11 anos, dentro de casa.
A mulher esperou o companheiro dormir para cometer o ato, utilizando uma faca e um pedaço de madeira. De acordo com o Ministério Público ela cortou o pênis da vítima, que ainda se encontrava viva, e, depois, ateou fogo no corpo.
Ainda conforme o MP, a acusada chamou um adolescente para lhe ajudar a arrastar o corpo até uma área de mata, onde foi mutilado e incendiado.
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