Suspeito de furtar pistola do Exército e vender por R$ 3 mil é encontrado em motel em Salvador
Segundo a polícia, ele teria vendido a arma por R$ 3 mil e usado o dinheiro para comprar drogas e pagar por programas sexuais
Por Bruna Castelo Branco.
Um homem identificado como Lucas Meira Santos, suspeito de furtar uma pistola calibre .45 pertencente ao Exército Brasileiro, foi localizado por equipes de investigação da 2ª Delegacia Territorial (DT) dentro de um motel no Centro Histórico de Salvador. Segundo informações da Polícia Civil, ele teria vendido a arma por R$ 3 mil e usado o dinheiro para comprar drogas e pagar por programas sexuais.
O furto aconteceu na Avenida General San Martin, em Salvador. De acordo com as informações do caso, um tenente-coronel do Exército havia estacionado o veículo para fazer compras quando Lucas teria aproveitado a ausência do militar para entrar no carro e levar a pistola.

A ação foi registrada por câmeras de segurança, cujas imagens ajudaram os investigadores a identificar o suspeito e localizá-lo.
Arma teria sido vendida no bairro do Comércio
Durante as investigações, Lucas afirmou que vendeu a pistola por R$ 3 mil na Praça da Mãozinha, oficialmente chamada de Praça Marechal Deodoro, no bairro do Comércio, em Salvador.
A suspeita é de que o armamento tenha sido repassado nas imediações da região conhecida como Carandiru, apontada como área de tráfico de drogas ligada à facção Bonde do Maluco (BDM). Até o momento, a pistola não foi recuperada, e o comprador ainda não foi identificado.
Suspeito disse que estava esperando pela polícia
Segundo o relato sobre a abordagem, quando os policiais chegaram ao quarto do motel, Lucas teria afirmado que já os aguardava: “Estava esperando por vocês”.
Ainda conforme as informações prestadas aos investigadores, ele disse que gastou o dinheiro da venda da arma com o consumo de cocaína e o pagamento de garotas de programa.
Veja vídeo:
Após ser localizado, Lucas foi conduzido à Central de Flagrantes, onde foi apresentado à autoridade policial. Ele responderá pelo caso em liberdade.
A Polícia Civil deve dar continuidade às investigações para identificar o comprador e localizar a pistola pertencente ao Exército Brasileiro.
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