Terceirizados do Inema entram em greve em Salvador; veja o que pode afetar
Terceirizados do Inema cobram a regularização dos salários atrasados
Trabalhadores terceirizados do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), contratados pela empresa Creta Comércio e Serviços, entraram em greve nesta quinta-feira (13). Os funcionários cobram a regularização dos salários, que estão atrasados.
Os funcionários se reuniram durante a manhã para manifestar insatisfação com a situação e cobrar uma solução para o pagamento dos vencimentos. Segundo os trabalhadores, ainda não há previsão para a regularização dos salários.

De acordo com Maurício Roxo, presidente do Sindicato dos Terceirizados, dos Trabalhadores da Limpeza Urbana e do Asseio e Conservação de Salvador (Siemaco), a situação representa mais um episódio de descaso com os funcionários.
“Estamos presenciando mais uma vez o descaso e a falta de respeito da empresa Creta. Trabalhadores da empresa do Inema estão sem salário e sem previsão”, afirmou.
Ainda segundo informações recebidas pela reportagem, a paralisação também atingiu trabalhadores que atuam em unidades vinculadas ao contrato do Inema, como o Zoológico de Salvador, o Parque de Pituaçu e os parques de Abaeté.
“Os trabalhadores do Inema estão aqui, já foram todos para casa porque não têm salário. O pessoal do Zoológico também já paralisou e está indo para lá também. O pessoal do Parque de Pituaçu, Parque de Abaeté, todo mundo que está subordinado ao contrato do Inema está com essa situação de atraso de salário e está sem previsão. Está tudo paralisado”, relatou Maurício Roxo.
Terceirizados da Hemoba também paralisaram atividades

Também nesta quinta-feira (13), trabalhadores terceirizados da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado da Bahia (Hemoba) realizaram uma paralisação em frente à instituição, no bairro de Brotas, em Salvador.
O movimento ocorreu em protesto contra o atraso no pagamento dos salários. Os trabalhadores também são contratados pela empresa Creta Comércio e Serviços.
O que diz a empresa
O Aratu On entrou em contato com a Creta Comércio e Serviços para obter um posicionamento sobre os atrasos salariais e a paralisação dos trabalhadores. Até o momento da publicação desta matéria, a empresa não havia respondido.
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